Todo Mundo é Filho da Mãe

Todo Mundo é Filho da MãeEditora Ciência Moderna
Capa: Son Salvador

Crônicas ou contos? Eis a questão. Para Jorge Fernando dos Santos, a crônica é um gênero híbrido, que mistura elementos jornalísticos e literários. Personagens como Juventino, Juan, Dirlene e Tia Irene revivem situações tragicômicas comuns ao dia-a-dia de pessoas anônimas das grandes cidades. Humor e lirismo, temperados com uma boa visão crítica e pitadas de sarcasmo e ironia, são as principais características dos 40 textos reunidos nessa coletânea.

Fortuna Crítica

“Estou me deliciando com um livro muito legal que se chama Todo mundo é filho da mãe, do escritor Jorge Fernando dos Santos. É um livro em que ele conta, com muito humor, situações tragicômicas do dia-a-dia das pessoas nas grandes cidades. E o Jorge sabe como poucos juntar humor, lirismo, ironia, sarcasmo e verdade num mesmo liquidificador e extrair deliciosas vitaminas que são suas histórias. É uma leitura rápida e gostosa. Eu recomendo” – Fernando Angelo, Hoje em Dia, 2003.

“A leitura de suas crônicas trouxeram-me aquela sensação de poesia, digestão, sutileza e leveza que você é capaz, como Rubem Braga, de tirar das coisas simples, corriqueiras e engraçadas do quotidiano e viram literatura da melhor qualidade” – Ronaldo Cagiano, 2003.

“Jorge Fernando dos Santos é um escritor notável… Uniu textos publicados no jornal Estado de Minas e em outros veículos… Há textos que discutem aspectos como a violência urbana, o ressurgimento das aves em bairros com pouquíssimo verde, a polêmica da clonagem, altercações no complexo mundo animal. Sempre de forma lúcida e bem-humorada… Um livro para se ler e degustar crônica a crônica, lentamente, como os bons vinhos, os bons pratos e a boa literatura.” Moacyr Moreira, no site Carta Maior, 2003.

“Todo Mundo é Filho da Mãe reafirma o estilo vigoroso de Jorge Fernando dos Santos e traz também alguns artigos, reflexões e parábolas que refletem os paradoxos da vida moderna de maneira crítica e risível” – Caderno 2 do Estado de S. Paulo, 2004.

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